Ou, os tempos mudam. Em tempos idos a turma LGTB era chamada de “terceiro sexo”.
Não mais. Hoje, eles são os primeiros. O terceiro são os héteros.
Combustível para jornalistas
Até ontem eram 121 mortos na favela do Alemão no Rio de Janeiro. Vamos fazer as contas: à média de três cadáveres por dia, comentaristas de rádio e TV terão combustível para mais de 40 dias.

Fora os especialistas entre aspas que dizem saber como prender o tráfico sem vítimas. Esses sabem tudo. Como dizia o treinador argentino Menotti, lá vierem Los invictos.
O último carregador de moringa do safári
É nossa sina, ou assim parece. O Rio Grande do Sul vem sofrendo com o clima há séculos. Coisa do Paralelo 30, dizem alguns meteorologistas. Frio e quente no mesmo dia. Mal acontece um desastre climático e logo vem outro.

Tem que ser herói para tocar o campo e a lavoura. De tempos em tempos – sete em dez safras – chove demais ou de menos. Depois de 4 safras ruins causadas pela seca, tivemos a enchente de 2024. Quando tudo dá certo, o preço é baixo.
Os maninhos travessos
A meteorologia americana alerta que teremos o La Niña mais prolongado, sinal de seca com pico em janeiro e fevereiro. Coincidentemente, quando as lavouras como a soja mais precisam de chuva.
O preço já estava baixo em relação aos bons anos, os lavoureiros têm dívidas impagáveis. Os bancos não perdoam e tomam a propriedade e as máquinas. O arroz teve e terá preço baixíssimo. Agora mais essa no lombo.

O pá de cal para a soja veio com o acordo comercial entre EUA e China, que vai importar mais dos americanos mesmo que a nossa soja seja melhor que a lá de riba. Quer dizer, vai cair mais ainda.