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Vandalismo destruindo a Capital

Uma caminhada breve pelo bairro Moinhos de Vento mostra como o vandalismo vai destruindo a Capital. Ele é frutos dos sujismundos desde os moradores de rua até a alta sociedade. Em três totens da Área Azul, um imbecil grudou chiclete na fenda onde se insere o cartão de estacionamento.

Observem a calçada defronte onde ficam bares ou danceterias. As lajotas estão impregnadas de algo cinza escuro em formato redondo.

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São os chiclete descartados pelos frequentadores. Imagino que, no futuro, boa parte das calçadas de Porto Alegre fiquem pretas, sem espaços em que se vejam as antigas lajotas. Estranha cidade.

El dia que me quieras

É o nome de um bolero dos anos 1850 que fez enorme sucesso e que os adultos cantarolam até hoje. Pois canto de vez em quando esperando que Porto Alegre goste de mim.

Como ela está hoje, perdeu o encanto. Verdade que nem tudo é culpa da Prefeitura, é da degeneração de um povo que, no passado, era caprichoso e, hoje, ficou porquinho.

Adeus, Brasil

Como colunista e repórter guardo na memória o que ouço cidade afora, e não ouço coisas boas sobre o Brasil. Você encontra, a toda hora, quem diga que, se pudesse ir embora, moraria em outro país – de preferência europeu (Portugal pela facilidade da língua).

www.brde.com.br

Desde taxistas a motoristas de aplicativos o alvo não muda. Culpam o povo mais que o governo.

O guri italiano 

Um destes profissionais contou que tem filho adolescente na categoria de base de um time italiano e que voltou ao Brasil depois de um ano. Um mês depois, pediu para retornar dizendo que não se acostumava com a sujeira e o mau comportamento dos adultos.

Lá, até morador de rua é mais caprichoso do que os daqui. Isso porque, se não for, o poder público o obriga a ser.

https://cnabrasil.org.br/senar

O que se nota em outros países, inclusive vizinhos do Rio Grande do Sul, que neles não existe a esculhambação que se vê por aqui. E já fomos tão diferentes. É isso que dói. 

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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