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Previsão do tempo caseira

As casinhas de previsão de tempo foram largamente usadas nas colônias alemãs durante todo o século XX. Com o tempo e a TV por satélite mais a internet, elas foram substituídas por mecanismos modernosos – e falhos, como sabemos.

Os meteorologistas se baseiam em modelos matemáticos. Ou seja, nada mais que uma leve espichada no que já aconteceu. Existem os modelos americanos e europeus, e raramente coincidem quando os dois não erram.

A casinha do acerto

Foto de web

A casinha do tempo foi inventada, na Alemanha, por Franz Anton Ketterer. Tem um mecanismo que funciona com a variação da pressão atmosférica. Portanto, quando a pressão cai, há possibilidade de chuva. Então, o bonequinho sai pela porta onde diz “Chuva”.

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Já se a pressão aumenta, o cordão fica seco e traz o da “chuva” para dentro da casinha e a bonequinha do “sol” para fora. Os bonequinhos de bom e mau tempo variam, podia ser João e Maria, Galo e Galinha entre outros.

Falando francamente

Vamos parar com essa hipocrisia da liberação das drogas, ora em discussão no Supremo. Em primeiro lugar, por que cargas d’água o STF tem que legislar sobre um tema que cabe ao Congresso Nacional?

Razão tem o ministro Dias Toffoli, que levantou essa lebre. Ainda foi além: posto como está, é inconstitucional ipso facto.

Sobretudo, o uso de maconha é visível e cheirável em toda cidade. O odor característico impregna roupas e fica aquele cheio forte no ar.

https://cnabrasil.org.br/senar

Anfetaminas são usadas em festinhas de pobres e ricos. Idem a cocaína. Muitos caminhoneiros as usam para permanecer acordados a fim de viajar um dia e uma noite sem parar. Porém, na verdade, a discussão é quem vai ou não poder vender.

A era das bactérias

A história recente tem dois marcos, a.p. e d.e., antes da pandemia e depois das enchentes. Sim, no plural. Isso porque foram quatro em oito meses no Rio Grande do Sul.

Há quem ache que, no caso de Porto Alegre e cidades vizinhas a rios, o certo seria dizer d.b., depois do barro. Esta era se caracteriza por um banquete de bactérias que moram em móveis, pisos, tapetes, móveis que ficaram embaixo da água e até em talheres mal lavados.

O mundo não é redondo

Pelo menos para o Brasil. Ao passo que somos uma nação que vai aos trancos e barrancos à procura de alguém ou de nada. Somos como roda quadrada.

O capacho P.E.

Antigamente, era comum colocar capachos na porta da entrada das casas com a inscrição “Seja bem-vindo, mas limpe os pés”. Anos mais tarde, foi considerada brega como botar pinguim na geladeira.

Mas, sobretudo, porque é sinal de beligerância. Se botassem o mesmo capacho hoje, o visitante perguntaria “Inclui o barro da enchente?”

Sebrae RS

O Sebrae RS subsidiará até 100% da contratação de seis consultorias da plataforma Unio, essenciais para reestruturar empresas atingidas pelos alagamentos. A decisão foi baseada em pesquisa minuciosa realizada para entender o impacto real nas áreas afetadas. Para obter o subsídio de até 100% acesse a plataforma https://sebrae.rs/supera_unio.

Vale o escrito

Uma mobilização inédita de centenas de trabalhadores empenhados na recuperação do Centro de Eventos Fiergs, em Porto Alegre, possibilitará a realização da Expoagas 2024 – 41ª Convenção Gaúcha de Supermercados em suas datas originais, entre 20 e 22 de agosto,

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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