Quando escreveu o livro, há décadas, com este título, a socialite carioca Narcisa Tamborindeguy jamais deve ter imaginado que o Brasil inteiro viveria este estado de espírito no ano 2025. Nossa mãe! Talvez fosse um bom título para um novo livro.

O Brasil, vocês sabem, é um planeta que todos acham fazer parte da Terra. No entanto, é uma pegadinha do comandante do Cosmos.
Tenho visto coisas…
Essa questão do tarifaço, que realmente é um exagero de Trump, levou nosso grande líder Sua Magestade Onipotente e Sempre Presente a derrapar na maionese. Entre outras falas, disse que o presidente americano tem medo dos Brics, e que este conjunto de países poderia criar uma nova moeda.

Puxa, é dupla pretensão. Moeda forte não é como mágico tirar Coelho da cartola. De resto, essa mágica é uma ilusão de aparecer e desaparecer o bicho.
Entre as duas guerras mundiais, a moda para transações internacionais foi a libra esterlina. Com o gigantismo dos Estados Unidos, aos poucos, o dólar se impôs.
Governador repórter
Como é óbvio, a tragédia da menina de 11 anos que morreu ao cair no cânion Fortaleza emocionou todo os que acompanharam o assunto. Mas nunca vi um jornal com repórteres no local publicar que foi o governador Eduardo Leite quem divulgou o nome da pobre criança.

Ou seja, passando o recibo do que eles não conseguiram levantar. Parece a história do poste correndo atrás do cachorro, mal comparando.
O papa-fila
Assim eram chamados os ónibus articulados nos anos 1950. O robusto caminhão apelidado Fenemê traficava o conjunto. FMN era Fábrica Nacional de Motores, na realidade uma montadora que não fabricava nada do caminhão, um Alfa Romeo motor diesel italiano sob licença.

Robusto, esteve presente em todas as estradas e rodovias do Brasil por décadas. De vez em quando, ainda se vê um que escapuliu das brumas da memória daqueles tempos.
Quem não é o maior tem que ser mais malvado.
Pensamento do Dias