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A verdadeira história da Branca de Neve

É outra história infantil que foi distorcida para agradar as crianças. Na realidade, é bem mais complicada  e nada edificante.

No início, Branca de Neve vivia com os sete anões não como uma parceria comum. Na realidade alguns participavam de orgias com ela, enquanto dois eram gays. 

Mestre, Zangado, Soneca, Dengoso, Feliz, Atchim e Dunga. Zangado levou esse nome porque Branca nunca o convidou ao leito. Soneca era um baita de um preguiçoso e vivia chapado.

Atchim vivia gripado porque não tomou a vacina. Dengoso foi picado pelo mosquito da dengue e nunca mais foi o mesmo. Talvez tivesse Covid também.

 Soneca era um tremendo preguiçoso e vivia dando desculpas para não trabalhar. Dunga virou jogador de futebol, o único que tinha tenência para buscar um futuro melhor. Tão aplicado que até cresceu e ficou com altura normal.

A história da maçã também foi muito mal contada. Enganaram a bruxa, a maçã não foi envenenada.

Branca fingiu o envenenamento e esperou um príncipe beijá-la para “acordar”. Ela queria mesmo um marido rico para dar o golpe do baú e fez essa encenação toda. Anos depois, ela já não tinha mais a beleza de antes, então a rebatizaram de Branca do Barro.

 De vez em quando, os anões se reuniam para lembrar os velhos tempos, e a Branca aparecia para um bacanal com eles, A única que se ferrou foi a bruxa, que foi proibida de exercer a profissão após ser processada por falsidade ideológica.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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