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A triste sina dos galináceos

Se existe um animal que precisa de uma estátua é a galinha. Sua carne frequenta dezenas de milhões de mesas dos brasileiros. E em todo o mundo ela é apreciada. Inclusive sob forma de canja, que ajuda a recobrar as forças dos hospitalizadas.

Seus ovos são uma extraordinária fonte de proteína (a clara) e energia (a gema). O ovo já foi reabilitado no quesito colesterol. Dá para fazer frito, cozido, pochê, serve para gemada e creme de ovos são perfeitos para sobremesas e tortas.

Existe até o pudim de claras. Das penas são feitos espanadores. Já nos carnavais antigos, serviam para imitar cocar de índio.

Coração de galinha está presente nas churrascarias. A galinha, quando jovem, é galeto. Quando velha, se presta a galinhada com sabor único. E o galo só canta enquanto sua mulher bota ovo.  

Todo poder ao cranberry

Essa frutinha vermelha possui substâncias excepcionais, e não sou eu que digo, é a própria literatura médica. A fruta ou em forma de suco possui propriedades antioxidantes e neutraliza (elimina) os radicais livres, que causam inflamações, especialmente no trato urinário.

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O cardiologista Fernando Lucchese contou que, nos Estados Unidos, os planos de saúde praticamente obrigam os segurados a comer ou beber em forma de suco de cranberry. Bons supermercados o tem nas gôndolas.

A briga é outra

Sucedem-se reclamações empresariais e entidades a elas ligadas sobre a morosidade, excesso de burocracia e falta de regras claras dos empréstimos do governo federal às empresas atingidas pela enchente.

Um jornalista de prestígio

O colunista Social Guaracy Andrade fez festa de lançamento da sua coluna social no jornal Correio do Povo no Country Club. Lá fui e fiquei impressionado não só com a quantidade de gente que prestigiou o evento, mas com a qualidade dos presentes.

https://cnabrasil.org.br/senar

Fiquei deveras impressionado. Reencontrei várias figuras de prestígio que há muito não via. Sem falar nas mulheres bonitas. Guaracy é O Cara.

Circulando, circulando…

Circulando entre as diversas rodas fui instado a dizer o que eu achava das eleições municipais deste ano em Porto Alegre. A todos eu dizia que preferia ouvir a falar. Isso porque ainda tem muita água para passar debaixo desse moinho. Neste final de semana, começa o rigor da legislação eleitoral. Ou seja, o que pode e não pode na campanha.

Quem é quem na parada

Por mais que se diga que o prefeito e candidato à reeleição Sebastião Melo estaria queimado por causa dos estragos da enchente, posso dizer que mais de 50 anos acompanhando eleições me ensinaram que não existe páreo corrido – ou perdido. Ele ainda é forte, sim. Ocorre que todos os apressados enxergam o primeiro turno como derradeiro, quando isso é uma inverdade.

O primeiro turno é como um treino classificatório da Fórmula 1. Portanto, o que vale é a corrida propriamente dita, que se chama segundo turno.

Por mais que se diga que a esquerda pode se considerar vitoriosa devido ao percentual atingido em recente pesquisa pela deputada Maria do Rosário, respondo que ela tem enorme rejeição que fará toda diferença se ela realmente for para a corrida.

Mudanças cosméticas

Uma coisa que aprendi nos meus tempos de propaganda é que um logo ou novo grafismo de uma empresa só funciona se ela também mudar. Isso no sentido do consumidor sentir a diferença para melhor nos serviços ou produtos.

Na política é a mesma coisa. Maria do Rosário, por exemplo. Os marqueteiros do PT reduziram seu nome para “Maria”, como se isso fosse ter a importância que eles acham que tenha. Ela mudou? Não que eu saiba.    

Joga pedra na Geni

Uma das grandes pobrezas nas campanhas eleitorais consiste em apedrejar o governante que está no poder, sem colocar o bloco das reformas e como fazê-las, o mais importante. Falar em “saúde, educação e segurança ” é como sentir gosto de isopor.

Neste sentido, continuamos na idade da pedra. Pelo visto, continuará assim.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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