Armazém do tio Hugo Orth, em Montenegro, nos tempos em que se amarrava cachorro com linguiça e crediário era automático via o popular caderninho. Entra um molecote e diz que a mãe dele pediu para comprar papel higiênico. Tio Hugo alcançou o rolo para o guri que saiu em disparada sem dar o dinheiro.
– Ei, ei! – gritou o dono da venda. – É para anotar?
O guri se virou.
– Não, tio Hugo, é para usar na patente.
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