Se alguém quiser ser diferente, especialmente mulheres, não deve se tatuar. O que no início era rebeldia, o desafiar, hoje é Maria-vai-com-as-outras. Ou seja, é ser conservador.
Vale o mesmo conceito para a moda dos jeans rasgados – até pessoas de meia idade os usam. Usá-los sem rasgões é ser careta.

As tatuagens são um fato que só fazem crescer. E tudo começou com pequenos ideogramas japoneses ou chineses no pescoço. Era como se o portador pertencesse a uma sociedade secreta ou algo que o valha.
O começo de tudo
Tatuagens já eram comuns há centenas de anos. Essas, sim, para mostrar que o tatuado pertencia a uma seita temível e como sinal de identificação para eventuais colegas.

Na segunda metade do século passado, eram muito usadas por apenados- nos dedos das duas mãos, quatro letras: AMOR numa mão e ÓDIO na outra. A origem tem várias explicações. Mas me parece que é o princípio básico do que se passa nas prisões.
Teste de loucura
Se o amável leitor acha que todo mundo está enlouquecendo, comemore. Reconhecer essa condição mostra que pelo menos você mantém a sanidade. Talvez provisoriamente.

Excesso de flamingos
Excesso de informação, desinformação e fake news são os males do Brasil. No primeiro caso, é como uma lagoa na África central que recebe uma vez por ano um milhão de flamingos. As aves predadoras mergulham e frequentemente não pegam nenhum.

Imprecisão
Aos poucos, vamos perdendo a precisão da nossa língua. Os vereadores não recebem salários, recebem subsídios. Militar ganha soldo. Funcionários públicos percebem vencimentos. Fora dessas esferas, sim, é salário.
O Brasil é um palhaço chorando.
Pensamento do Dias