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Retorno às origens

Se alguém quiser ser diferente, especialmente mulheres, não deve se tatuar. O que no início era rebeldia, o desafiar,  hoje é Maria-vai-com-as-outras. Ou seja, é ser conservador.

Vale o  mesmo conceito para a moda dos jeans rasgados – até pessoas de meia idade os usam. Usá-los sem rasgões é ser careta.

As tatuagens são um fato que só fazem crescer. E tudo começou com pequenos ideogramas japoneses ou chineses no pescoço. Era como se o portador pertencesse a uma sociedade secreta ou algo que o valha.

O começo de tudo

Tatuagens já eram comuns há centenas de anos. Essas, sim, para mostrar que o tatuado pertencia a uma seita temível e como sinal de identificação para eventuais colegas.

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Na segunda metade do século passado, eram muito usadas por apenados- nos dedos das duas mãos, quatro letras: AMOR numa mão e ÓDIO na outra. A origem tem várias explicações. Mas me parece que é o princípio básico do que se passa nas prisões.

Teste de loucura

Se o amável leitor acha que todo mundo está enlouquecendo, comemore. Reconhecer essa condição mostra que pelo menos você mantém a sanidade. Talvez provisoriamente.  

www.brde.com.br

Excesso de flamingos

Excesso de informação, desinformação e fake news são os males do Brasil. No primeiro caso, é como uma lagoa na África central que recebe uma vez por ano um milhão de flamingos. As aves predadoras mergulham e frequentemente não pegam nenhum.

https://www.senar-rs.com.br/

Imprecisão

Aos poucos, vamos perdendo a precisão da nossa língua. Os vereadores não recebem salários, recebem subsídios. Militar ganha soldo. Funcionários públicos percebem vencimentos. Fora dessas esferas, sim, é salário.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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