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Proibido fumar

O Reino Unido proibiu a venda de cigarros para qualquer pessoa nascida depois de 2008, hoje com 17 anos. Se nestes países, o cigarro é um problema de saúde pública, no Brasil o tabaco já era rotina diária até para menores de 16 anos – ou menos – em décadas passadas.

Fumar era “bonito”. E fazia parte do charme dos garotos. Eu que o diga.

As meninas dançarinas

Garotas dificilmente fumavam nos anos 1950 e 1960. Lembro das reuniões-dançantes e bailes nos hoje quase desaparecidos clubes sociais. Pelo que observo nas ruas, as meninas estão fumando até mais que os garotos.

Aliás, os bailes também sumiram na voragem do tempo. Até para conseguir uma namorada era preciso frequentar um. E era preciso saber dançar, nem que fosse para quebrar o galho.

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A “marca” mais fácil era a valsa, dois pra lá, um pra cá. Tango, sempre muito tocado pelas orquestras e conjuntos,  exigia uma certa perícia nas pernas.

Lembrando que, naquelas décadas, sempre se dançava de rosto colado. Bolero era outro gênero musical muito em voga.

O samba ficava no meio termo. Difícil era o mambo, hoje chamado salsa.

Vai de valsa

Os que sabiam dançar bem eram apelidados de pé de valsa. Normalmente, os casais eram os melhores dançarinos.

O bolero não exigia tanta perícia. Dava para enganar fazendo passos lentos. Era a música preferida para “colar”, como se dizia. Ou seja, juntar os corpos bem colados com um só obstáculo entre os dois, se me faço entender.

Se a menina topasse, era o céu. Caso ela se afastasse, era hora de sair de fininho porque não estava agradando.

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Difícil mesmo para quem não era bom de pernas era dançar e conversar ao mesmo tempo. Muito pé de mulher eu pisei naqueles verdes anos.

Quem manda em Ormuz

Se existe um país que pode reabrir o Estreito de Ormuz de uma vez por todas, não são os Estados Unidos. Nem os países europeus, que estão porrr aqui com o fechamento ou abertura apenas provisória e que encontram-se sem petróleo, obrigados a comprar gás da odiada Rússia de Putin.

Quem pode acabar com a brincadeira da Guarda Revolucionária iraniana é a China, aliada do Irã em um monte de negócios, mas dependente da passagem estreita para receber e escoar produtos. Nenhum conflito que faça mal aos negócios é tolerado por países, ainda mais um país como a China.

Chineses são discretos por natureza e pela sua história. Ao contrário de Donald Trump, que fala, fala, fala e depois age mal. E, com frequência, morde a língua.  

O menino mau chegou

O El Niño, esquentamento das águas do Pacífico Equatorial, não é mais uma hipótese, já é realidade. Só ainda não se sabe o tamanho da bronca.

https://www.senar-rs.com.br/

Se a temperatura das águas do Pacífico subir mais de 0,5 grau centígrados, já é briga feia. Se for mais 1,5 grau, é desastre dos grandes. Sendo 2 ou mais, é quase apocalipse. Oremos para que, pelo menos, fique só no 0,5 graus.

Os três grandes

Indústria, comércio e agronegócio deram um passo relevante de articulação no Rio Grande do Sul ao estabelecer uma agenda comum de atuação durante reunião realizada na sexta-feira (17), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre. O encontro reuniu os presidentes das três principais entidades do setor produtivo gaúcho, com foco no alinhamento de pautas estratégicas para o desenvolvimento do estado.

Inventando moda 11

O UniSenac – Campus Porto Alegre vai participar da edição 2026 do Fashion Revolution. Com palestras e workshop prático, a programação do evento, que vai ocorrer em Porto Alegre, propõe repensar consumo, criação e comunicação na indústria da moda.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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