Todos os anos, a partir do final de novembro, começa para mim um filme de terror. Sempre detestei lojas e ruas cheias de gente entrando e saindo. Pessoas com pacotes empurrando você, mulheres e adolescentes com mochilas nas costas batendo nos passageiros.

E, para piorar, boa parte das pessoas são obesas. Foi o caso da sexta feira passada, que ainda teve o empurrão do pagamento do 13º salário.
O coice do porco
Mas não é só esse o transtorno. O Natal e os dias que o antecedem era metade da nossa alegria quando éramos crianças. Magia que desapareceu com a chegada da idade adulta.

Passou a ser um aborrecimento para muita gente. Agravado pela falta de dinheiro que atinge boa parte da população. A grana está mais curta que coice de porco.
A felicidade das férias
Tenho saudades dos tempos de criança e juventude. Nesta última fase, Papai Noel era um ficção, já sabíamos.
Mas a maior alegria não era a troca de presentes. E sim, porque em dezembro começavam as férias escolares. Essa era uma alegria duradoura. Nem queria pensar na volta às aulas.

Como o poeta Vinicius de Moraes escreveu: “Que seja eterno enquanto dure, posto que é chama”. Esse Vinicius foi um cabra que sabia das coisas.,
Perspectivas da indústria
Perspectivas para a indústria nacional e desafios da sustentabilidade em 2026 serão os principais temas da terceira edição do INDX nesta terça-feira (2). O evento, criado pelo Sistema FIERGS para promover discussões estratégicas voltadas ao fortalecimento da indústria, terá como palestrante o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban.

A vida começa quando se compreende que ela não dura muito.
Pensamento do Dias