Nos anos 1950, um fazendeiro nas bandas da Cachoeira ficou famoso pelas histórias que contava. Certa vez, contou, numa roda de pôquer do Clube do Comércio de Porto Alegre, que deparou-se, madrugada alta, com um lobisomem.
Puxou a Winchester 44 e já ia encher o monstro de azeitona quando ele se ajoelhou e, de mãos postas, implorou por sua vida.
– Por favor, não me mate, coronel Sarjob! Eu sou uma lobismulher e tenho seis lobisominhos para criar!