Leitora conta esse caso que bem mostra como os pets estimulam a venda de jornais impressos. Ela diz: “Minha filha tem a Meg, uma labradora que faz xixi no jornal. Ao comprar jornais velhos, em uma banca, para esta finalidade, pagou 60 reais por quatro fardinhos bem ralinhos. Então ela assinou a Zero Hora, o que saiu mais em conta do que pegar os velhos”.

Rádio, o maioral
Uma pesquisa recente divulgada pelo Marketing Charts revelou que 95% das pessoas afirmam que pretendem manter ou aumentar o consumo de rádio nos próximos meses. O dado reflete a força e a relevância contínua desse meio de comunicação no cotidiano da população. Mesmo diante da ascensão de novas tecnologias e plataformas digitais.

Para mim não é surpresa. Desde sempre o rádio gozou da preferência do público. Mesmo com a TV e outras plataformas digitais.
Não existe nada mais portátil que um radinho. Infelizmente para as emissoras, anunciar em rádio é muito barato comparativamente com TV, jornais/revistas.
O jeito do seu Adelino
Quando começou a Casas Colombo, anos 1950, seu Adelino Colombo criou um jeitinho bem gringo de aumentar as vendas dos recém-chegados rádios portáteis, sendo o Spika da Sony o pioneiro. Os consumidores ainda ofereciam resistência porque a qualidade do som só podia ser em aparelhos grandes com válvulas, era a crença.

A invenção do transistor liquidou com eles. O que fez o gringo esperto? Quando a população, majoritariamente católica, da Serra Gaúcha ia para a missa dominical, ele visitava as casas desertas.
Então ligava o Spika, pendurava o rádio nos galhos de árvores próximos à entrada das casas. Quando a família voltava, as donas de casa se maravilhavam, finalmente podia levá-los para a roça ou afazeres domésticos. Vendeu como pão quente.
Recorde
O BRDE investiu cerca de R$ 6 bilhões no Sul em 2024. A marca histórica superou em cerca de R$ 140 milhões o volume registrado no ano anterior.

“Não é que a maioria do povo seja silenciosa, o governo que é surdo.”
Pensamento do Dias