Já fiquei rouco de tanto repetir sobre a barbárie que nos assola, um país dividido em dois, políticos que, no dia seguinte da posse, já pensam em como se reeleger. Partidos que querem um naco do poder para perpetuar a espécie, dando casa comida e roupa lavada para os amigos do peito.

O povo, esse ser tão invocado durante as campanhas, agora ficou como aquele computador que perdeu a memória e restou-lhe apenas vaga lembrança.

Na verdade, nunca deixamos de ser bárbaros.
