Diógenes, conhecido como o Cínico, foi um filósofo que viveu na Grécia Antiga, que fazia da miséria uma virtude. Andava maltrapilho e teria vivido em um enorme barril, onde residia com seus cães.

Vagava pelas ruas com uma lamparina, durante o dia, alegando estar à procura de homens honestos e virtuosos. Transportado para os tempos atuais brasileiros, ele procuraria um estadista para endireitar o país. Especialidade que não está nem no horizonte.
O drama é outro
Dizer que faltam estadistas ou pelo menos um estadista no Brasil precisa de um complemento. O dramaturgo alemão Bertold Brecht disse “infeliz da nação que precisa de heróis”, no sentido que o povo é que precisa ser melhorado.

Claro, eram outros tempos. Mas tudo bem explicadinho, o drama brasileiro é que temos uma sociedade fraca. Presa fácil de demagogos e vigaristas.
Especialista sou eu
Estava em uma roda de cafezinho de milionários no Z Café da Padre Chagas, em Porto Alegre, quando alguém falou que um conhecido havia feito notável reputação como especialista em problemas financeiros e que estava se dando muito bem.

Ora bolas, especialista em problemas financeiros sou eu agindo para resolver os meus e dar nó em pingo de água para gerenciar meu salário. E nem por isso fiquei rico.
Tudo tão estranho…
Faltam motoristas de caminhão e outros veículos no interior do estado, o que compromete a cadeia logística. Enquanto isso, vários setores se queixam da falta de candidatos à vagas no comércio e na indústria.
Um empresário com ligações no Nordeste diz que lá o drama é mais agudo que aqui. Há uma explicação lógica neste país ilógico: Bolsa Família, Auxílio Desemprego (que podem ser acumulados), Vale-gás, Auxílio Escola.

Se uma família tiver dois filhos no colégio e trabalhar, mas sem carteira assinada (o que é muito comum) está feita uma renda familiar razoável. Enquanto isso, a turma do salário mínimo trabalha de sol a sol e, não raro, mais que isso.
A IA no Judiciário
O Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul (IARGS) realizará, nesta quinta-feira, dia 28 de agosto, mais uma edição de sua tradicional Reunião-Almoço, às 12h na Rua Marquês do Herval, 280. O palestrante será o desembargador Alberto Delgado Neto, presidente do Tribunal de Justiça do RS, que abordará o tema “A Inteligência Artificial no Judiciário Gaúcho”.
Cada macaco no seu galho, desde que a árvore não tenha sido podada.
Pensamento do Dias