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O elixir chinês

Apareceu e já desapareceu um drinque novo. Quer dizer, um drinque que tem dois mil anos e, para variar, tem origem asiática. Chinesa no caso.

Chama-se Kombucha, feito com fungo em infusão de flor de sabugueiro com gengibre e adoçada. Se existe uma planta que merece uma estátua é o gengibre. Com ela se faz gasosa de primeira, Ginger Ale, que é famosa em todo mundo. Mas nunca deu as caras por aqui.

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Além de ser tempero de primeira na culinária de pobres e ricos. Tem mais utilidades que o Bombril.

Gastamos um bocado de dinheiro para nos livrar de fungos, e eles os colocam em bebidas. Dizem que tem borbulhas naturais, porque é bebida fermentada. Uma espécie de espumante chinês, deduzo, e as bolhas são naturais como peitos de mulher de 20 anos.

Obviamente que atribuem à ou ao, sei lá, Kombucha poderes milagrosos, que curam tudo. O imperador chinês que a bebeu pela primeira vez disse que era o elixir da vida. É sempre assim.

Um pau d’água inventa uma bebida e logo se justifica que a bebe não pelo álcool, mas para a saúde que ela traz. Como a cachaça. Quando está quente se bebe a marvada para refrescar e quando faz frio se bebe para esquentar. Não falha nunca.

Ou falhava. Porque ninguém mais fala nele.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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