Reproduzo parte do texto de Adalberto Piotto, da Revista Oeste, sobre essa famigerada reforma tributária, que prometia mundos e fundos e, ao fim ao cabo, penaliza – com alegria selvagem – o setor de Serviços. Ou seja, quem é pau para toda obra desse Brasil injusto.
Não só ele. Sei muito bem o que estou falando, porque sou desse setor. E meu contador já me avisou que prepare meu bolso para mais carga tributária.
“Pois então, decidiram fazer a reforma de como se arrecadar impostos sem limitar quem gasta. Pior: calhou de se fazer uma nova lei tributária, de tamanha complexidade, com um dos piores Congressos que este país já viu e, no terceiro mandato de Lula na presidência, que gasta e endivida o país como se não houvesse Brasil amanhã.
É uma mistura de incompetência, gastança irresponsável, falta de conhecimento técnico, muitas exceções a grupos específicos e completa ausência de interesse público. Não surpreende que, a menos de cinco meses para entrar em vigor, não se saiba sequer a alíquota do IVA Dual, a soma do CBS (os impostos federais) com o IBS (impostos estaduais e municipais).

De tão complexa que era a legislação tributária, o ex-ministro da Fazenda Paulo Guedes a chamou de “pandemônio tributário”. Mas tudo indica que estamos saindo de um pandemônio conhecido e incerto para um desconhecido, mais incerto e injusto”.
Não tiraria uma vírgula do escrito. Quanto ao Congresso, tenho uma certeza, cimentada nestes quase 60 anos de jornalismo: o que virá será pior que o atual e o atual é pior que o anterior.
O Clube da gastança
O Brasil pertence a um clube em que o governo gasta mais que recebe. E recebe muito.
A voz do uberista
Ontem fui de Uber para o encontro de sábados de um grupo de amigos que se reúne para um cafezinho. Dele fazem parte empresários de grande porte, de pecuaristas, médicos, e outros profissionais liberais. O único pelado sou eu, sempre digo.
Mas quando se fala em impostos, o sorriso de sábado desaparece do rosto de todos. Sim, eles vivem bem. No entanto, abonados e pelados têm em comum uma coisa: todos trabalham para o governo.

O cara do Uber contou que tinha duas lojinhas. Vivia muito bem atá que o dinheiro sumiu. Fechou uma antes que quebrasse, e a outra vai se arrastando.
Ouço isso todo santo dia. A certa altura da conversa, lembrei do que eu podia fazer quando comecei a trabalhar em jornal.
Dois jantares fora com a frau viraram um por mês. Entrar numa loja e comprar roupas de inverno- e quem não gosta de roupa nova? – nem pensar. A não ser em liquidação, e olhe lá. E uma peça.
Para não dizer que não falei de flores
O colega Miron Beto, de Gramado, conta novidades sore o Hard Rock Hotel & Vacation Club Gramado, que esteve presente como apoiador da 6ª edição do Leilão Beneficente do Instituto Projeto Neymar Jr., realizada segunda-feira (3), em São Paulo.
O Neymar e Neymar pai desenvolvem projetos voltados à educação, cultura, esporte e saúde em Praia Grande (SP). O Instituto atua em um complexo de 8.400 m² e já impactou mais de 10 mil pessoas desde sua inauguração, em dezembro de 2014.

A relação entre Neymar Jr. e projetos da marca Hard Rock não se limita a este apoio. O jogador faz parte do grupo investidor do Hard Rock Café Praia Grande, inaugurado em dezembro de 2025 no litoral paulista, integrando um seleto grupo de personalidades do esporte associadas ao universo Hard Rock, como o argentino Lionel Messi, embaixador global da marca.