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El Niño

Há semanas, o empresário porto-alegrense Antônio Sartori, da Brasoja, viajou para Lima, Peru, para saber do governo peruano se eles temiam um El Niño Godzilla como se fala aqui. Ontem, ele recebeu da autoridade peruana informações que não tem super El Niño nas previsões deles. Mas de intensidade moderada, com possibilidade de chuvas mais intensas no final deste ano.

A revolução traída

Está passando nos cinemas de Porto Alegre o filme A Revolução dos Bichos, inspirado em um clássico da literatura mundial escrito por George Orwell. A Revolução dos Bichos é uma fábula política e sátira ao stalinismo, o títere da União Soviética.

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A obra narra a rebelião dos animais de uma granja contra o seu dono humano. Eles tomam o poder para criar uma sociedade igualitária, mas os porcos assumem o controle e instauram uma nova ditadura.

Há passagens hilárias no livro, como a desculpa dos porcos dominantes para subverter a máxima “Todos os animais são iguais” para “mas alguns são mais iguais que os outros”. Como é sabido, a chamada nomenclatura soviética tinha direito a lojas com produtos importados como as mais modernas free shops de hoje, com produtos que o povo soviético nem sonhava.

Os dirigentes do Partido Comunista tinham até uma avenida exclusiva em Moscou para suas luxuosas limusines Zin.

Duas e quatro pernas

“Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo”, é um dos mandamentos dos porcos. Lembra o que os donos do poder sempre dizem, quem não é meu amigo é meu inimigo. Tem similitude com o fundamentalismo clássico, ou crê ou morre.

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O Princípio da Cueca

Sempre que lembro do livro do inglês Orwell, Brasília e o poder me vem à mente. É assim com o poder, que por sua vez lembra um antigo provérbio: quem nunca comeu mel, quando come se lambuza.

Por isso, no tempo da Lava Jato, pegaram um gajo com dinheiro na cueca, um afano que botaria Ali Babá e todos os 40 ladrões no chinelo.      

Seu Ernesto

Dono do Chalé da Praça XV, sempre dzia: o Homem é o único animal que cai no mesmo buraco duas vezes. O paraíso dos porcos de Georges Orwell é um exemplo.

https://www.senar-rs.com.br/

saído desta dura realidade, há um sem número de ditos derivados. Um que gosto muito é produção nacional: tão alegres que viemos, tão tristes que voltamos. Ou, como diz o povaréu, “tão alegres que fumos, tão tristes que vortemo”.

Cozinha de namorados

Com objetivo de unir ainda mais os casais, às vésperas do Dia dos Namorados, o UniSenac – Campus Porto Alegre irá realizar, dia 9 de junho, às 19h, uma oficina especial de Gastronomia. As inscrições, com vagas limitadas, devem ser realizadas no site do UniSenac – Campus Porto Alegre.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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