Há alguns anos, um colega do Jornal do Comércio, que tem como hábito só usar terno preto, foi lanchar em lancheria na avenida João Pessoa, ao lado de uma igreja. Junto ao prédio do jornal, havia um bingo.
Pois nosso bom homem voltou pê da cara. Perguntei o que tinha acontecido.
– Quando esperava o sinal abrir, uma velhinha me perguntou se eu era segurança do bingo. Na volta, outra velhinha perguntou se eu era pastor da igreja.
Eu até ia dizer que ele parecia os dois, mas me calei. Seria tripudiar.