O mundo tem vocação inata para ser palco de guerras, guerras no sentido clássico. Em mais de 5 mil anos de história registrada de alguma forma, só não houve guerras em 310 anos. A guerra de Israel e Estados Unidos contra o Irã e contra o Hezbollah pelo lado do exército israelense inaugurou em 2026.
Apesar de todas as bombas, mísseis e drones carregados de explosivos que liquidaram todos os torcedores de um estádio de futebol em dia de clássico, a capacidade iraniana de disparar mísseis ainda está com 50% dos mísseis e bases de lançamento. Nunca se viu algo igual, considerando que os EUA vieram com tudo e só falta a suprema asneira, a de enviar tropa de ocupação. Ai será Iraque e Vietnã juntos.
Os russos estão chegando
Os dois caças F-15E dos norte-americanos foram atingidos por mísseis iranianos. Mas o sotaque provavelmente é russo.
Estes caças são da categoria “furtivos”, não refletem as ondas de radar. Como então foram abatidos?

Graças ao amigo Putin, provavelmente. Guerras servem para testar novas tecnologias, e a Rússia provavelmente conseguiu ver falhas nos F-15, tornando-os alvo de mísseis.
A segunda guerra
É travada pelo governo Trump no front interno. Ele pode prometer “o inferno”, como falou sábado que a capacidade de resistência do Irã é de passar. Assim como os democratas americanos e uma ala do partido de Trump acham que esta é uma guerra perdida.
Os estragos físicos feitos pelo poderio bélico americano são fichinha pelo estrago na reputação de Trump entre os estadunidenses. O presidente vê sua aprovação despencar, e a impaciência com a guerra demorada subir mais rápido, como o foguete da NASA, que levou quatro astronautas a orbitar a Lua.
A terceira guerra
E a das eleições de outubro no Brasil. Por enquanto, o poderoso exército governista não conseguiu diminuir a rejeição de Lula para níveis inferiores a 50%. Isso apesar de 13 mísseis de bolsa disso, botijão aquilo, passando pelo fome zero e roçando no auxílio-desemprego, que – em nove estados – é maior que o número de carteiras assinadas. Nunca se viu isso na história dos governantes que usaram dinheiro do contribuinte para alavancar projetos e benesses gratuitas em intenção de voto para o autor do festival de benesses.

Nos meus quase 60 anos de jornalismo, nunca vi um governante com taxa de rejeição acima de 50% ganhar uma eleição. A não ser que reverta negativo em positivo, uma heresia elétrica. Mas que pode – eu disse PODE – com a dinheirama em projetos voltados para o povão que Brasília prepara.
O Signo dos quatro
São quatro os principais candidatos, os pricipais de centro-direita e direita para o Senado no Rio Grande do Sul. Pela ala direita há os atletas Germano Rigotto, Frederico Antunes, Marcel van Hatten e Ubiratan Sanderson, MDB, PP, NOVO E PL pela ordem.
Já na esquerda, Manuela D’Ávila pelo PSol e Paulo Pimentel pelo PT. Se não tiver voto útil na reta de chegada do Signo dos Quatro, pode ser que a esquerda emplaque dois senadores. Difícil, mas não impossível.
O título deste comentário é um conto de Arthur Conan Doyle para Sherlock Holmes. Conseguirá nosso famoso detetive emplacar pelo menos um do lado conservador/direita? Lembrando que são duas vagas.
Para a gurizada medonha
O Banrisul anunciou o lançamento da Banriway, conta corrente criada especialmente para crianças e adolescentes de 0 a 16 anos. O produto, que pode ser contratado pelos pais diretamente pelo aplicativo do Banco ou na rede de agências, foi pensado para acompanhar cada etapa do desenvolvimento, oferecendo uma experiência evolutiva, que estimula o público jovem a se relacionar com o dinheiro de forma prática e equilibrada.

Fomento à inovação
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e com apoio do Sistema FIERGS, inicia, em abril, uma agenda de eventos no Rio Grande do Sul. Vai apresentar 13 novas linhas de apoio voltadas à inovação industrial, com R$ 3,3 bilhões em recursos não reembolsáveis.
As oportunidades são destinadas a empresas, cooperativas e instituições de ciência e tecnologia (ICTs). O encontro ocorre na próxima quinta-feira (9), às 9h, na Associação Comercial e Industrial de Lajeado (R. Silva Jardim, 96, Centro)