Plano Safra 2026/2027 pode não chegar a parte dos produtores de arroz se não houver renegociação de dívidas e redução do custo do crédito. A Federarroz defende custeio abaixo de 10% ao ano e seguro rural próximo de R$ 4 bilhões. Para a entidade, o endividamento pode impedir novas contratações mesmo que o volume anunciado fique perto de R$ 600 bilhões.
Enfrentamento à violência
A Emater/RS-Ascar iniciou uma jornada de formação voltada à qualificação de seus extensionistas para atuação no enfrentamento à violência contra as mulheres do campo. A iniciativa é desenvolvida em parceria com a Secretaria Estadual da Mulher e busca ampliar o conhecimento das equipes da Instituição sobre identificação, acolhimento e encaminhamento de situações de violência no meio rural.

O projeto surgiu diante da crescente preocupação com os casos de violência contra as mulheres no Rio Grande do Sul. Além da necessidade de fortalecer a atuação das redes de proteção também nas comunidades rurais. A proposta prevê atividades de formação voltadas aos empregados da Instituição, com foco na qualificação técnica e na integração com os serviços municipais e estaduais de atendimento às mulheres.
Direito de Família
Grupo de Estudos de Direito de Família do IARGS promove, na terça-feira (30), às 12h, a palestra “Os reflexos das bets e cassinos online no Direito de Família contemporâneo”, com o advogado Fernando Baldez de Souza. O encontro é gratuito e presencial, na sede do IARGS, em Porto Alegre, sob coordenação da advogada Liane Bestetti.

Até na Serra
O sentimento da maioria dos empresários gramadenses de que o turismo não vem crescendo em 2026, é corroborado pelos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Governo Federal. Nos primeiros quatro meses do ano, foram cortadas 296 vagas de trabalho formal no município, de acordo com o Caged.

Em abril, data do último levantamento, houve o corte de 80 empregos, resultado de 1.188 admissões e 1.268 demissões. No acumulado dos últimos 12 meses, porém, o resultado ainda é positivo, com a criação de 612 empregos.
As explicações para a queda da movimentação turística apontadas pelos empresários são as mais variadas. A principal delas é a política econômica do Governo Federal, que privilegia a manutenção de juros altos, o que atinge a maior parte das atividades econômicas de Gramado, alavancadas por empréstimos em bancos.
A partir daí, vem fatores como o endividamento dos brasileiros, o alto valor das passagens aéreas e o excesso de ofertas de hotéis e restaurantes em Gramado.