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A segunda revolução

A segunda metade dos anos 1960 deu início à revolução sexual, que culminou com o Festival de Woodstock no estado de Nova Iorque, em 1969. Foi um imenso e prolongado  encontro de sexo, drogas e rock. Por mais que botem panos quentes nesse evento.

Oficialmente foi a expressão máxima da “contracultura”, que foi rapidamente assimilada pelo establishment e vendida como tal. Perdeu o “contra” e virou cultura. Eles viraram escravos do status quo, que fatura bilhões de dólares.

É o capitalismo em seu grau máximo. Como diz o Príncipe Tomaso di Lampedusa ao seu filho no livro O Leopardo, tudo tem que mudar para continuar a mesma coisa.

Estamos vivendo uma segunda revolução sexual. Uma plataforma de adeptos de sexo liberal e conteúdo adulto, indica que o Estado do Rio tem 442 locais apontados por usuários como points para a prática do dogging, como é conhecida a atividade de fazer sexo em público e com desconhecidos.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

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