A segunda metade dos anos 1960 deu início à revolução sexual, que culminou com o Festival de Woodstock no estado de Nova Iorque, em 1969. Foi um imenso e prolongado encontro de sexo, drogas e rock. Por mais que botem panos quentes nesse evento.
Oficialmente foi a expressão máxima da “contracultura”, que foi rapidamente assimilada pelo establishment e vendida como tal. Perdeu o “contra” e virou cultura. Eles viraram escravos do status quo, que fatura bilhões de dólares.
É o capitalismo em seu grau máximo. Como diz o Príncipe Tomaso di Lampedusa ao seu filho no livro O Leopardo, tudo tem que mudar para continuar a mesma coisa.
Estamos vivendo uma segunda revolução sexual. Uma plataforma de adeptos de sexo liberal e conteúdo adulto, indica que o Estado do Rio tem 442 locais apontados por usuários como points para a prática do dogging, como é conhecida a atividade de fazer sexo em público e com desconhecidos.