Deixa eu entender uma coisa. Há meses, a jornalista Malu Gaspar, de O Globo, e a própria emissora deram ampla cobertura à troca de mensagens entre o banqueiro falido”?” Daniel Vorcaro e os ministros do Supremo, Alexandre de Moraes especialmente. O teor intimista do banqueiro traduzia, pelo menos, grande amizade. Inclusive aquele detalhe da conversa “na minha casa ou na sua?”.

Ficava claro que havia uma relação de negócios entre os dois, pelo menos com a mulher do ministro e seu escritório de advocacia, um negócio de 131 milhões de reais. A consequência foi o que eu chamo efeito tambor – bate nele faz um barulhão, abre e não tem nada dentro.
Mas tinha. Só que, apesar de ter alguma coisa, ficou por isso mesmo.
A segunda onda
Como no jargão da literatura em que é lançada nova edição de um livro “revista e ampliada”, a segunda onda, em que surfaram Vorcaro e Moraes, ainda não quebrou na praia. É tão grande e tão impactante que, desta vez, dificilmente ficará por isso mesmo.
Interessa ao próprio governo. Ainda mais em ano eleitoral, porque respingou em gente de dentro.

Nunca antes
Como sabem, tenho 58 anos de jornalismo. E, somando mais sete anos antes de optar pela profissão, são, no mínimo, 65 anos de leitura atenta das coisas brasileiras. Nunca antes houve um escândalo desta proporção. Nunca.
Perigo real e imediato
Imagine um criminoso procurando, entre diferentes pessoas, alguém cujo rosto seja parecido com o seu para se passar por ele. Essa é uma nova estratégia identificada pelo time de inteligência analítica da Serasa Experian. Não é para amanhã, é pra já o perigo de não termos mais segurança até no próprio rosto.
Clube do bilhão
O Banrisul alcançou a marca de R$ 1 bilhão em operações de crédito contratadas por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

Atenção nele
Em apenas uma semana, o candidato a presidente pelo Avante Augusto Cury ganhou 2 5 milhões de seguidores no Instagram. No chamado bloco independente de eleitores, que não querem nem Lula nem Flávio Bolsonaro, está a brecha que poderá levá-lo a emparelhar e até ter mais intenções de voto que os hoje ponteiros. Na segunda-feira passada, ele já tinha 10,5 milhões de seguidores nas redes sociais.
Hoje, quem elege são redes sociais; a televisão é força auxiliar. Mudou tudo.