A discussão sobre o fim da escala 6×1, ora em discussão no Congresso, causa rugas de preocupação no empresariado. Entretanto, engana-se quem acha que são os grandes os que mais temem o 5×2.

São os pequenos, as PMEs que empregam pouca gente porque o faturamento não é alto. Digamos uma lancheria média ou pequena, como o dono poderá empregar mais gente para compensar a falta de funcionários de folga?
Não terá chance. Ainda mais com a diminuição da renda pela economia claudicante.
O velho e o novo
Muitas empresas já praticam o 5×2. Mas, na área de serviços, o pau vai comer quanto mais não seja porque será este setor que pagará o pato com a Reforma Tributária. Especialistas como o advogado Gilberto Santiago afirmam isso.

O lado bom da reforma é que vai simplificar o processo, o que agrada empresários que às vezes nem estão tão preocupados com a alíquota mas com a simplificação. Mas, por enquanto e até 2033, vamos ter que conviver com dois sistemas tributários, o velho e o novo.
Outra dor de cabeça
Simplificar é precisar de menos funcionários na área fiscal, que hoje é um despautério. Por sinal, outra dor de cabeça dos empresários são fraudes e golpes virtuais.
Um deles, dono de uma cadeia de lojas, diz que são milhares de tentativas barradas pelos sistemas da casa por semana. E tudo isso significa mais custos.
E, pelo jeito, serão custos para sempre. Isso porque o vigarista não dorme nem muda de profissão.
Golpe do falso advogado
A OAB/RS, em parceria com a Polícia Civil do Rio Grande do Sul, realiza hoje às 11h30min o lançamento da campanha institucional “A melhor proteção é a informação” e de novas ações de combate ao Golpe do Falso Advogado. As medidas que formam a iniciativa compreendem um novo movimento, paralelo à repressão, por meio do letramento, da conscientização e da educação.

Com a presença do presidente da OAB/RS, Leonardo Lamachia, e do chefe de Polícia do Rio Grande do Sul, Heraldo Chaves Guerreiro, a apresentação terá como objetivo central ampliar a informação à sociedade. Além da exibição das ações já adotadas e das próximas iniciativas.
Alerta Unimed
Dados da Organização Mundial da Saúde mostram que as mulheres vivem, em média, de 4 a 5 anos a mais do que os homens no mundo. No Brasil, segundo o IBGE, a expectativa de vida feminina ultrapassa os 80 anos.

Esse cenário está relacionado a uma combinação de fatores. Dentre eles, como maior adesão a consultas médicas regulares, realização de exames preventivos e atenção mais constante aos sinais do próprio corpo.
O cálculo da vida
Quando os dados estatísticos começaram a ficar mais confiáveis no Brasil, a vantagem de vida mais longa para mulheres desencadeou furiosas polêmicas sobre os reais motivos disso. Como em décadas passadas, as mulheres tinham participação menor no emprego formal, atribuía-se a esse fator o benefício, aduzindo fatos como menor propensão a problemas circulatórios e cardíacos.
A palavra mágica era estresse, menos estresse. Nunca me convenci disso. Aspectos morfológicos e condições e vida talvez tivessem que ser mais estudados.

Por isso acho que falta pesquisa a longo prazo acompanhando um grupo razoável da vida de mulheres, e isso significa décadas de acompanhamento. Enquanto isso, só podemos palpitar sobre os reais motivos da vida a mais do público feminino.
Como dizia o doutor Samuel Johnson, o patriotismo é o último refúgio dos canalhas.
Pensamento do Dias