Beberico meu café em uma simpática e charmosa cafeteria do Moinhos de Vento, quando entra um ser humano visivelmente fora do seu habitat natural. Olha o balcão, hesita, por fim toma coragem e faz o pedido.
– Eu queria um pacucino.
E a dona.
– Pacucino não temos, só cappuccino.
Ele bota o peso do corpo no outro pé.
– Serve.