Essa história foi enviada pelo leitor Ruy Walberto Simon. É daquelas que se dividem entre o espanto e o riso:
“Fui até a parada 16 da Lomba do Pinheiro (bairro de Porto Alegre), entrei em uma ferragem para comprar um pedaço de mangueira a fim de fazer os pezinhos do varal da minha mulher.
Estava eu lá conversando com os vendedores (amigos), quando, bem do meu lado, um jacú, voando meio baixo, bateu de cara no vidro da ferragem. Cheguei a perceber que era um pássaro. Então, saí porta afora para tentar socorrer o penoso.
Qual o quê….era um baita jacú fêmea (preto, mas sem a marca vermelha do macho) ainda meio atordoado. Mas vivo.
Ocorre que, ao lado da ferragem, existe uma grande farmácia, onde o pássaro entrou, meio voando meio se debatendo e derrubando tudo das prateleiras. Incrédulo com a situação inusitada, apanhei o celular para fotografar/filmar, mas aí sucede o ápice da “videocassetada”:
A farmácia “mantém” um cachorro “caramelo” na calçada em frente (com casinha, água e ração) e o bicho, indeciso sobre quem era o responsável pelo caos instalado, decidiu me atacar nos calcanhares! Aí, saí na porrada com o quadrúpede e esqueci da penosa, que, no último enfoque visual estava empoleirada em cima de uma prateleira, de onde havia derrubado quase tudo. Saí de lá para evitar maiores problemas e não sei o final do entrevero”.