Search

O time das 5

Como no futebol, e de certa maneira na vida, eis os cinco paralelos para aplicar seu dinheiro neste país que tem pelo menos duas dezenas de aplicações: diversificação para equilibrar riscos, análise da estratégia e da gestão do fundo, entendimento do papel de cada prestador, visão de longo prazo e disciplina para acompanhar a carteira sem reagir impulsivamente às oscilações. Esta última também recomenda não fazer julgamentos apressados só porque perdeu o primeiro jogo. A recomendação é da profissional Bruna Machado
bruna.machado@agenciafr.com.br, (11) 2337-2086 / (91) 8150-9098.

A Bruna não diz, mas o pressuposto é que o time não seja formado por pernas de pau. Ou de craques que tremem a perninha na hora da verdade. Qual semelhança com uma certa seleção nao é mera coincidência.

O time do bandido

Um antigo ditado diz que, na briga entre o mar e o rochedo, quem perde é o marisco. Na briga de beleza entre Donald Trump e Lula quem perde é a indústria brasileira.

https://lp.banrisul.com.br/bdg/link/tag-banrisul.html?utm_source=fernando_albrecht&utm_medium=patrocinio&utm_campaign=tag-banrisul&utm_term

O tarifaço de 25% impingido pelo presidente americano atinge o Rio Grande do Sul em cheio. Ou seja, afeta metade das nossas exportações.  

Mais um dos tantos azares que nos atingem. O presidente da Federação das Indústrias do RS ( Fiergs), Cláudio Bier, diz que vai tentar reverter esse pênalti no tapetão norte-americano. “Por aqui não adianta”, finalizou.

Em boca fechada não entra mosca

Na terça feira da semana passada, o presidente Lula disse que não haverá tarifaço. Queimou a língua e pagou mico.

As comadres batem boca

Trump escalou o Secretário de Estado Marco Rubio para bater boca com Lula, que, por sua vez, passou a bola para o chanceler Mauro Vieira. Nesse barraco diplomático, os prepostos dos respectivos patrões podem dizer o que ao presidente do clube não convém dizer para não piorar as coisas. É a terceirização das comadres, por assim dizer.  

https://observatorio.fecomercio-rs.org.br/home?utm_source=fernando_albretch&utm_campaign=observatorio_do_comercio&utm_content=competence

Acho uma sacanagem do Trump atingir quem não tem nada a ver com as comadres, se querem saber. E descobriu por que Trump inclui o pix entre as queixas? 

Imagina quanto os bancos perdem com outras formas de pagamento. Bancos agem silenciosamente e jamais um deles vai vestir a carapuça. Para essas coisas eles acionam o amigo Donald Trump.

Não caminhamos sós

Deu no O Globo que o cantor Elton John cansou da beleza do príncipe Harry dizendo “Não sou caixa eletrônico”. Harry teria pedido dinheiro com frequência para o artista – Harry renunciou à realeza, como é sabido.

Maravilhosa essa frase. Se o príncipe, que era da família real, está pelado, imagina nós. Eu incluído. 

https://www.senar-rs.com.br/

Seu Elton, quando for fazer benemerência, não esqueça deste seu admirador. Aceito cheques, desde que não sejam do Bamerindus, Econômico ou Sulbrasileiro.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

Deixe sua opinião

Publicidade

Publicidade