Search

Um dia como outro qualquer

Incrível, fantástico, extraordinário! A oposição ao governo Lula evita fazer comentários a respeito do senador Jaques Wagner, do PT, sobre o relatório da Polícia Federal que o o incrimina.

Parece-me nem tão extraordinário assim.  Como sabemos, essa é a República do Rabo Preso. 

https://lp.banrisul.com.br/bdg/link/tag-banrisul.html?utm_source=fernando_albrecht&utm_medium=patrocinio&utm_campaign=tag-banrisul&utm_term

Da para sentir uma lufada da Lava-Jato no ar. Se engrossar geral para gregos e troianos, aqui é costume anular todas as acusações. No popular, zero a zero, bola ao centro.

As Copas do radinho

O rádio portátil como o conhecemos chegou ao Brasil no finalzinho dos anos 1950. Entretanto, de verdade mesmo, só pode ser comprado no início dos anos 1960.

Adquiri um da marca Spica, em 1962, com meu primeiro emprego no Banco da Província, um dos quatro bancos gaúchos que deram origem ao Banco Sulbrasileiro. Que se finou na década de 1985.   

Mas o interessante é que, ao contrário do que se pensa, não foi o produto da Sony o primeiro portátil no Brasil realmente pequeno. O primeiro foi o Motoradio,  por volta de 1957.

Ainda não era tão pequeno assim, mas já tinha transistor, a revolução que acabou com as caras válvulas possibilitando aparelhos pequenos. E o transistor, quem diria, também não foi inventado pelos japoneses, mas por dois cientistas anericanos em 1947.

https://observatorio.fecomercio-rs.org.br/home?utm_source=fernando_albretch&utm_campaign=observatorio_do_comercio&utm_content=competence

Tornou-se operacional graças à Bell e logo depois pela Texas Instruments. O que o japonês Akio Morita fez foi torná-realmente pequeno e barato. Isso oito anos mais tarde. 

O bolso dos vendedores

Morita foi um gênio mercantil. Quando a Sony lançou o Spica- corruptela do inglês speaker, locutor- os vendedores enfrentaram a resistência dos lojistas, que ainda acreditavam nos rádios grandalhões. Como desculpa esfarrapada diziam que não era tão pequeno assim.

Nem cabia no bolso do paletó. O que fez Akio Morita? Mandou aumentar o bolso do paletó dos vendedores.

A volta do tempo 

O engraçado é que, passado todo esse tempo, é difícil encontrar um radinho de pilha no mercado. O celular o substituiu em parte. Várias vezes, leitores me perguntaram onde se comprava um. Entra na fila, respondo sempre. 

Tempos engraçados 

Até os anos 1990, dizíamos que nada é tão velho quanto o jornal impresso de ontem. Hoje, nada é mais velho que o jornal impresso de hoje.

https://www.senar-rs.com.br/

A instantaneidade está aí, mas e bota “mas” nisso, não conseguimos absorver tudo o que se nos oferece. Sem falar que um terço é fake e outro terço são inutilidades. 

Bem representado

O Senac Saúde, representado pela enfermeira e coordenadora do curso Técnico em Enfermagem, Roberta Tavares, participou do I Seminário Nacional de Educação em Enfermagem, promovido pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). A docente contribuiu no evento com pautas relacionadas à qualidade do ensino, inovação pedagógica, legislação, ética e desenvolvimento de competências profissionais.

Verão europeu

Antônio Sartori é um homem estudioso das coisas que afetam o agro e a vida das pessoas. Ele fala no que se passa no verão europeu, que começou domingo. Acompanhem clicando AQUI.

Fernando Albrecht

Fernando Albrecht é jornalista e atua como editor da página 3 do Jornal do Comércio. Foi comentarista do Jornal Gente, da Rádio Band, editor da página 3 da Zero Hora, repórter policial, editor de economia, editor de Nacional, pauteiro, produtor do primeiro programa de agropecuária da televisão brasileira, o Campo e Lavoura, e do pioneiro no Sul de programa sobre o mercado acionário, o Pregão, na TV Gaúcha, além de incursões na área executiva e publicitário.

Deixe sua opinião

Publicidade

Publicidade