Decididamente, não é um ano bom para o Brasil. Primeiro, foi o tarifaço aos produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos.
Lula visitou Donald Trump e deu a entender que o presidente americano o adorava. Mas negócios são negócios e, em seguida, veio outro, embora com mais exceções que regras.
No fim, seria palatável até por aí. Mas, como se não bastasse, Trump sugeriu – por enquanto é sugestão – aos organismos do comércio que lascasse mais uma taxa por natureza política.
Só isso já tirava o sono do exportador. Entretanto, no domingo, veio outra bomba: a recomendação da União Europeia de proibir a entrada de carnes brasileiras. Todas elas, até de cavalos a partir de setembro.
De dose em dose…
A acusação se baseia no uso nos rebanhos brasileiros de pequenas doses de alguns tipos de antimicrobianos, conhecidos como antibióticos. São promotores do crescimento, colocados nas rações, com o intuito de promover o desenvolvimento do animal.

A lógica é: estas substâncias, mesmo em muito baixa quantidade, alteram a microbiota intestinal para reduzir a competição por nutrientes e crescimento de alguns microorganismos indesejáveis, acabando por facilitar o ganho de peso do animal.
E o boi a campo?
Em tese, boi criado a campo não padece deste mal. Isso porque o produto só entra quando há ração.
Pelo menos neste aspecto a defesa do governo brasileiro deve se basear. Afinal, criamos muitos bois desta maneira com zero ração.
Os europeus têm dificuldades em rastrear rebanhos inocentes dado à vastidão do Brasil. Na Europa, onde predomina o minifúndio é mais fácil, para dizer o mínimo.
O óbvio ululante
Existem problemas óbvios com essa prática. Citando apenas um, o risco de desenvolvimento de resistência a antimicrobianos, tanto em animais quanto em humanos.

Segundo uma doutora em veterinária, existem alternativas naturais. Já há regulamentação e proibição de algumas dessas substâncias há décadas. Só que houve também ineficiência oficial em comprovar a efetividade da regulamentação.
Tiro de misericórdia
Nem o afamado Instituto Butantã escapa da maré de azar. A Anvisa proibiu temporariamente a vacinação contra a dengue devido à reações adversas em pelo menos 42 casos. Enquanto isso, o mosquito de pijama dá risadas.
Quem será o pé frio do governo Lula? Porque não é normal, credo!
Mega Feira
A Associação dos Comerciantes de Material de Construção de Porto Alegre e Regiões (ACOMAC Porto Alegre e Regiões) promove, nos dias 17 e 18 a 7ª edição da Mega Feira de Negócios, no Centro de Eventos da Fecomércio-RS, em Porto Alegre.
Idosos
Hoje, dia 9 de junho, o IARGS promoverá a palestra gratuita e híbrida “Combate à Violência Contra a Pessoa Idosa”, dentro das atividades do Grupo de Estudos de Direito de Família.

Dia dos namorados
O Senac-RS está promovendo uma campanha especial de Dia dos Namorados, com 12% de desconto em cursos presenciais para novas matrículas.