Está na história e na cabeça de quem já era grandinho nos anos 1970 o milagre japonês. O país teve um desempenho fantástico em todas as frentes, tecnológicas, comerciais, expansão pelo mundo e as exportações quebrando recordes. O consumo interno explodiu graças ao baby boom, expressão inglesa que foi criada para explicar o crescimento de alguns países poucos anos depois do fim da II GG.

Com segurança e paz para trabalhar, os casais japoneses começam a ter mais filhos, o que gerou uma enorme cadeia ligada ao consumo que fez a roda da economia girar como piorra. Não só de fraldas & Cia. Mas imobiliário, construção civil, alimentos para bebês, carrinhos.
Enfim, tudo que se compra para uma criança desde que ela nasça até ela sair de casa. Aconteceu também nos EUA, com a diferença que seu parque industrial não tinha virado sucata pelos bombardeios americanos.
Por isso…
…que está totalmente errada a crença de que uma população estável tem uma situação econômica boa e também estável. Negativo. Sem filhos não há crescimento.

Mas os Estados Unidos, você perguntará, eles também pararam de ter filhos como antes. Vero, eles sim. Mas não a imensa massa de latinos, chineses, vietnamitas.
Com vários filhos como antigamente, compensa a falta de bebês genuinamente norte-americanos. Em resumo, crescem devido aos imigrantes. Mas com um parágrafo único: se vierem, vieram para trabalhar, nunca para pedir esmola.
Os africanos
Alguém já viu em Porto Alegre algum angolano, moçambicano e até haitinao pedindo esmola, atirado na calçada? Difícil ver um. Eles pegam duro. Já os aqui nascidos…
