Nos áureos tempos da seresta, no final dos anos 1960 e início dos 70, em Porto Alegre, Flauto da Plauta – como brincávamos na época – estava no auge. Dava canja no Adelaide’s Bar, na parte alta da rua Marechal Floriano, ele, o Lupicínio, Marino do Sax, Mário Barros do violão sete cordas, Johnson, às vezes o Túlio Piva, o Clio do Cavaquinho e outros ases com vários coringas.