As necessidades por que passou o flautista Plauto Cruz, falecido no domingo aos 87 anos, mostra a triste sina dos artistas que não foram bafejados pela sorte. Assobiamos, batemos palmas, nos emocionamos nos shows, mas depois, quando o sol do sucesso se põe, eles rumam sem eira nem beira para o amargo fim. Plauto ainda teve quem o ajudasse, mas a regra não é essa. O mundo é assim.
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