Amador Aguiar era discreto, mas chamava atenção por algumas manias. Detestava ternos marrons, por exemplo, cor que nenhum dos executivos do banco usava por causa dele. Também não usava meias. Conservador ao extremo detestava cabeludos, moda nos anos 1960 e 1970. Nem cabeludo nem hippie podia passar debaixo do arco da entrada da Cidade de Deus, o complexo da instituição. Até que um dia precisaram de um.