Nos anos 1990, um combinado dos times de futebol do Rio realizou um jogo beneficente no Espírito Santo. O jogador local mais sem noção era chamado pela emissora de rádio de Dirrã. Era Dirrã pra cá e pra lá, só dava ele.
Findo o jogo, um repórter de rádio carioca foi entrevistá-lo no vestiário. – Diga uma coisa. Esse seu nome é de origem francesa?
O atleta ficou embaraçado.
– Nada a ver. É que meu apelido era Cu de Rã, então a turma abreviou para Dirrã.
