Até nos indecisos o Brasil é diferente. O porcentual enquadrado neste segmento diminui à medida que o dia da eleição se aproxima. Não aqui. Pela pesquisa Quaest divulgada ontem, o número de indecisos dobrou, de 7% para 14%.
A guerra que vem aí
Mesmo que Flávio Bolsonaro vença a eleição, forças poderosas farão de tudo para que ele seja impugnado antes de tomar posse. Uma investigação em curso quer torná-lo réu por lavagem de dinheiro. Se ele tomar posse, as mesmas forças farão de tudo para tirá-lo da cadeira presidencial.
Uma também força poderosa se desenrola para tirar pelo menos um ministro do STF da cadeira via impeachment. E é provável que seja Alexandre de Moraes.
Para nós que vemos o que pode acontecer, só restará a angústia de ver o Brasil partido em caquinhos. Como no inferno de Dante, perdei toda a esperança. Só vejo um fio de esperança, que vozes sensatas da mais alta Corte evitem o pior.

O mapa da boquinha perdida
Mesmo que Lula ganhe o grande prêmio Brasil, milhares talvez dezenas de milhares de bocas passarão fome pela perda do diminutivo de boca, boquinhas pagas pelo Estado, governos estaduais, Câmara e Senado.
Estas boquinhas terão até o dia 31 de dezembro para limpar as gavetas que nunca usaram, posto que eram fantasmas. Senadores como Renan Calheiros usaram e abusaram do poder público em proveito pessoal.
É um exército gigantesco, que deverá dobrar ou triplicar se Lula não se reeleger. Por isso, esse pessoal faz das tripas coração e vai às ruas adesivado com o 13. É o medo de perder o ganha-pão que tiveram por oito anos.
Se Lula ganhar, terão mais quatro anos: se perder, vão se despedir cono assalariado que foi demitido e se despede dos colegas dizendo “vou à procura de novos desafios”.
O cabide Brasil
O Brasil oficial sempre foi um gigantesco cabide de empregos, seja o partido que estiver no poder. Os mais espertos se penduram em partidos aliados que não querem ser reis, querem ser amigos do rei.
Vão me dizer que é assim em todo mundo, que é o custo que se paga por ser aliado de partido ou pessoa física. Pode ser, mas não com a dimensão brasileira. Conheço gente que se mantém na crista da onda governamental há mais de 30, 40 anos.
Compras Banrisul
Banrisul e a Mastercard lançaram a promoção Compras Premiadas Banrisul Mastercard, campanha voltada aos clientes pessoa física que utilizam cartões de crédito do banco. A iniciativa distribuirá mais de R$ 400 mil em prêmios, contemplando duas modalidades de premiação.
Fiergs/Sebrae na Mercopar
Com 545 expositores confirmados e expectativa de bater o recorde de visitantes, a 35ª edição da Mercopar começou nesta terça-feira (20), nos Pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul. Realizada pelo Sistema FIERGS e o Sebrae-RS, é considerada a maior feira de inovação industrial da América Latina.

Na cerimônia de abertura, as duas entidades assinaram por mais cinco anos a parceria para a continuidade da realização da Mercopar. “Aqui é o lugar onde uma empresa encontra um novo fornecedor, uma pequena indústria pode conhecer uma tecnologia capaz de melhorar sua produção e um empresário conquista um cliente ou descobre um novo mercado. É assim que a inovação se transforma em resultado”, afirmou o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, que assinou o documento juntamente com o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-RS, Luiz Carlos Bohn.
Novos negócios
Grupo RBS anuncia a aquisição do controle acionário do Grupo Imobi, uma das mais tradicionais empresas de mídia externa do sul do país. O movimento, conduzido pela RBS Ventures, marca a entrada da companhia neste segmento e representa mais um passo em sua estratégia de crescimento e diversificação de negócios, ampliando sua presença na jornada dos consumidores e fortalecendo seu protagonismo no mercado de comunicação do Rio Grande do Sul.