Todo mundo é cordial sábados de manhã. No passado, eu, meu filho Christian (E), os amigos Cézar Pacheco e João Nair fomos ao Café do Mercado contar poucas e boas e lembrar os velhos tempos, quando almoçamos duas e até três vezes por semana com outros da velha guarda. É, o tempo passa, o tempo voa, nem o Bamerindus está numa boa.
