Existem dois entes de Estado nos três níveis de governo no Brasil. Um é o ente formal, a parte superior do iceberg onde sempre existe algum tipo de transparência, o dia a dia das pastas. A parte submersa do iceberg é o mundo das panelinhas e de grupos maiores ou menores que poderíamos chamar de comissão de verso. Aí é que mora a corrupção.
Começa com as panelinhas, que se transformam em feudos no melhor estilo da música “Piston de Gafieira” do compositor Billy Blanco: quem está fora não entra e quem está dentro não sai. E aí se locupletam barbaridade.
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