Antigamente, dizia-se: “O Brasil acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil”. Hoje é: “O Brasil acaba com os discursos longos ou os discursos longos acabam com o Brasil”.
No céu, no céu…
No paraíso dos jornalistas, não há entrevista coletiva nem precisar ouvir os que fazem perguntas cuja resposta está na exposição do palestrante.
Trabalho? Eu fora
Ouço falar que o comércio formal está com dificuldades em conseguir pessoal temporário para o final do ano. Não me surpreendo.

Acontece o mesmo para estabelecimentos que querem gente para trabalho fixo, com carteira assinada e tudo. Não só em Porto Alegre. Mas também no interior. Incluindo regiões que, não faz muito, orgulhavam-se em trabalhar com carteira assinada
Nao e de hoje que ouço colegas, executivos de empresas do interior dizerem que procuram candidatos até com carro de som. E são fábricas e comércio que dão assistência total ao funcionário, incluindo auxílios diversos.
Há explicações para esse desinteresse. A informalidade é uma, permitindo que o pai (ou a mãe) aumente a renda conseguida com os projetos sociais do governo, incluindo gás grátis e moradia subsidiada.

Então, eu seria contra esses auxílios, considerando que temos regiões muito pobres? Não.
Os bolsas-família da vida foram criados pelo prêmio Nobel de Economia Milton Friedman, que chamou de imposto de renda negativo, mas com severo controle do estado na questão da educação dos filhos. A ironia é que a esquerda detesta Fridmann. Isso porque, para eles, é o pai do neoliberalismo.
Aqui o governo não fiscaliza os beneficiados. Deveria. Entretanto, o controle é frouxo.

Temas jurídicos
O IARGS promoverá no dia 15 às 18h, a sessão de autógrafos da primeira edição da coletânea “Temas Jurídicos I”, na OAB-CUBO. A publicação, organizada pela jornalista Terezinha Tarcitano e editada pela Free Press, reúne 52 autores.
A história do ouro alemão
Um estômago vazio não ouve.
Pensamento do Dias