Ninguém mais obedece aquela clássica imagem em que uma enfermeira bota o dedo em cruz com os lábios, linguagem universal para pedir silêncio nas proximidades de hospitais, principalmente. Em Porto Alegre fazem passeatas barulhentas e, não raro, largam rojões na frente do HPS e do Hospital Materno-Infantil Getúlio Vargas, na Independência. Desapareceu até esse vetusto hábito de não perturbar.