Um lustre de cristal avaliado em 1 milhão de euros desembarcou recentemente na Portonave, em Navegantes (SC), após uma operação logística complexa coordenada pela Allog. A peça, que irá compor a decoração de uma residência, veio da Itália em um contêiner refrigerado para garantir total preservação de suas 40 caixas de componentes, que somam cerca de 1 tonelada.
O “bico” e outras rendas
Claro que o baixo nível de desemprego é positivo e, como tal, será bandeira na campanha eleitoral. Mas também é lícito perguntar se a pergunta “Procurou emprego hoje?” foi feita nesta pesquisa. Traz toda a verdade à tona.

E mesmo assim, há um número de famílias que não é possível quantificar. Isso porque os vários benefícios sociais desestimulam a busca de emprego formal, dando preferência ao informal – para não perder os bolsas-família da vida. O “bico” é uma busca permanente do brasileiro comum.
O bico, ou serviço por fora também é procurado por boa parte, talvez a maior parte das famílias que ganham o bolsa-família, auxílio-desemprego, botijão do povo, auxílio escola e moradia subsidiada.
Reunião de condomínio, o pesadelo
Outro dia, alguém comentou em um artigo sobre a necessidade dos condomínios evitarem o estresse causado por reuniões de condomínios em prédios residenciais. Especialmente, os grandes com muitas unidades habitacionais.
Pois falo por experiência própria e recolhida por amigos e conhecidos que o estresse é mais intenso em edifícios pequenos, aqueles em que todo mundo se conhece e sabe o nome. Por isso, tomei uma decisão há mais de 10 anos: não vou a reunião de condomínio. Prefiro arcar com as consequências que aguentar broncas sobre ninharias que acabam por criar inimizades em vez de aumentar as amizades.
Ônibus grátis
É uma tendência que vai se solidificando. A prefeitura da cidade de Canoas (RS), já colocou em prática. E o prefeito de Canela, Gilberto Cezar, anunciou o envio à Câmara de Vereadores do Projeto de Lei que prevê o custeio integral (100%) do transporte para estudantes de nível técnico e superior residentes no município.

O passeio dos idodos
Nos ônibus urbanos de Porto Alegre, a presença de idosos pode ser maior que a dos passageiros comuns. E há comportamentos interessantes que se solidificaram.
Boa parte dos idosos se amontoa na parte da frente do corredor porque não tem o cartão que dá gratuidade. E os motoristas não estão nem aí, na sua maioria. Entre os passageiros pagantes, cerca de 80% não paga a passagem porque quem banca é o patrão ou empresa em que trabalham.
Como ousas?
Também observo que, nos bairros de maior poder aquisitivo, a maioria das senhoras idosas ou mais ou menos idosas, bem trajadas, não têm o cartão do idoso. Eventualmente, o motorista questiona quem não o possui, e a resposta vem indignada tipo “Como ousas?”

Somando os demais isentos, uma lista longa que começa com policiais militares, carteiros entre outros, quem paga os 5 reais da passagem é uma minoria.
Álcool e as mulheres
Sobre as mulheres que vão a happy hour e consomem muito álcool.
O Caso Master deixa o governo mais perdido que cupim em siderúrgica.
Pensamento do Dias