Nos debates entre candidatos a governador e senador, é comum os menos conhecidos começarem os trabalhos falando que é uma honra estar ali, que começou a trabalhar cedo, que se fez sozinho e isso e aquilo. Já perdeu tempo.
Entra rachando na sua proposta, meu. Currículo é apêndice que se bota na propaganda escrita, o popular santinho.
Futebol de Babel
Estimulada pelo sucesso financeiro da Copa do Mundo 2026, a Fifa está pensando em aumentar de 32 para 64 seleções já em 2030. O tempo também passaria para 40 dias.

Dirigentes regionais mais sensatos são contra a ideia. Entre outros problemas, afetaria os campeonatos nacionais.
Não canso de repetir a frase de Osiris Silva, fundador da Embraer: lei boa é lei velha. O futebol é uma máquina de fabricar dinheiro. E dinheiro cega.
Por que não uma Copa do Mundo com 128 seleções? Ou 256? E porque não estender os 90 minutos para 120? Quem sabe cinco árbitros?

Parem o carro que eu quero descer. Se deixarem esses malucos soltos, eles acabam com o futebol.
Ai, Jesus!
Deveria haver um castigo para governantes que gastam mais do que arrecadam. Se além disso ainda aumentam os impostos para fazer frente à gastanca, o castigo seria em dobro.
Se gastam em ano eleitoral, deveria ser triplo. É o caso do Brasil.

A respeitada publicação Financial Times fez uma matéria mostrando que a deterioração fiscal do Brasil é de tal forma que o próximo presidente vai ter que, em linguagem popular, apertar o cinto como nunca se viu na história deste país. Do meu ponto de vista, o cinto já está no último furo.