As facções criminosas que atuam nos presídios são o único exército do mundo que tem peças de reposição permanentes. Mais até que o Exército Islâmico. Em boa parte dos casos, seus efetivos já entram treinados, inclusive em decapitações. E o soldo é baixo e quem paga a conta é o Estado.
As reclamações são em voz baixa, ninguém aciona a Justiça do Trabalho e os direitos humanos são a favor. Nunca se ouviu falar as organizações de direitos humanos que protestassem contra a brutalidade do tratamento dos generais aos soldados deste exército imorrível.
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