Ou o terceiro, em Latim, ou melhor ainda, a terceira via. Há muito tempo, o Brasil procura sair do lugar comum da polarização, que, na história recente, significa lulismo ou bolsonarisno. Todas as pesquisas mostram um contingente respeitável chamados de indecisos pelos institutos. Mas que eu chamo a turma do nen um, nem outro.
O começo do começo
Quando os candidatos à Presidência da República começaram a se alinhar no grid de largada, Lula e Flavio Bolsonaro e os estreantes. Entre eles, o mineiro Romeu Zema e o governador Ronaldo Caiado.

De Zema, esperava-se uma rápida evolução porque fez bom governo em Minas Gerais. Caiado tem aprovação recorde de 82%. Mas é a tal coisa, tem tudo isso, mas em Goiás. Nenhum dos dois decolou nas pesquisas. Entretanto, ambos são bolsonaristas.
Caiado ainda cometeu um erro, falou que o primeiro ato como presidente seria anistiar Jair Bolsonaro. Não foi bem isso que disse. No entnato, a versão é o que vale. Zema ainda patina.

Então, vejo a Copa do Mundo, que é como o inverno para os ursos polares. Ou seja, o eleitor hiberna, como eles, e só acorda na primavera.
A terceira via
Não existe, a rigor. Entretanto, o único candidato de direita não-bolsinarista está aí e começando a botar a caveça pra fora. Fundador do MBL e do partido Missão, Renan Santos aparece em terceiro lugar em algumas pesquisas de intenção de voto sobre a corrida presidencial.
Bem distante dos favoritos Lula e Flávio Bolsonaro. Mas vem crescendo.

Tem chance? Ninguém sabe. Mas eu apostaria que ele vai crescer mais que se imagina. Saberemos na primavera, depois da hibernação.
Ensino Senac
Quem deseja investir na carreira profissional encontra uma oportunidade especial neste mês de Copa do Mundo, com a Campanha Qualificação Campeã, promovida pelo Senac EAD. Até o dia 17 de junho, novos alunos podem garantir condições diferenciadas para ingressar em cursos técnicos na modalidade à distância.