No tempo em que o Dmae tinha loja nos altos do Mercado para pagar contas de água vencidas, no fim de extensa fila estava uma indignada senhora toda de preto com sombrinha idem. Quando chegou sua vez, ela fez uma curva no espaço com a ponta da sombrinha. Vociferou:
– Não sei como vocês podem cobrar por algo que Deus dá de graça!
Sem se abalar, o funcionário devolveu o ataque com voz mansa.
– Até dá, senhora. Mas não em torneira…
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