Na edição da semana passada, a revista The Economist fez matéria de capa sobre como o Ocidente deve tratar uma Rússia cada vez mais perturbadora. Depois de anexar a Criméia e bombardear a Síria, o país passou a falar em guerra nuclear. A beligerância é retórica, mas a fraqueza crônica e debilitante do sistema criado por Vladimir Putin não deixa de representar uma ameaça.