Publiquei esta nota na página 3, que edito no Jornal do Comércio. Todos nós estamos cansados dos esbulhos como o relatado na nota. A vítima fui eu.
“Uma caixinha de isopor embalada em filme plástico com jabuticabas graúdas em fruteira do Centro era vendida a R$ 7,00. Todas estavam azedas. Para fazer peso, no fundo colocaram bebezinhos da fruta. E isso só se percebe quando se tira o filme, então adeus prova do crime. Não é incomum essa mutreta, com exceção das bancas honestas e caprichosas. Depois, falam dos políticos ladrões e dizem que o país está perdido.
Assim está mesmo.
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