Reformas estruturais no Brasil, como a reforma política, sempre têm uma desculpa para adiamento. No início do mandato, é cedo demais, no fim, é tarde demais. Enquanto seu lobo não vem, temos essa lambança ampla, geral e irrestrita, como o diabo gosta.

Como na fábula dos ratos perseguidos por um gato, que em assembleia decidiram colocar um guizo no rabo do gato. Quem o amarraria no bichano, o Congresso? Como dizia o Barão de Itararé, de onde menos se espera dali mesmo e que não sai nada.