Um intelectual porto-alegrense cuja empresa faliu deslocou sua expertise literária para políticos. Ao encontrá-lo na Praça da Matriz, amigo que não sabia da sua nova ocupação perguntou o que ele estava fazendo para sobreviver.
– Estou imbuído do espírito de La Fontaine – respondeu, referindo-se ao fabulista francês.
– ?
– Ensino animais a falar.
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