Osório Duque de Estrada, autor da letra do Hino Nacional, era um mordaz adivinho do futuro quando escreveu “deitado eternamente em berço esplêndido”. Não era do tipo “por que me ufano deste país”, ao contrário. Codeloco, como diz meu amigo Toninho.
Osório Duque de Estrada, autor da letra do Hino Nacional, era um mordaz adivinho do futuro quando escreveu “deitado eternamente em berço esplêndido”. Não era do tipo “por que me ufano deste país”, ao contrário. Codeloco, como diz meu amigo Toninho.