Ontem de manhã um cidadão me abordou na rua e perguntou o que eu achava da crise, a de lá e a de cá. Respondi dizendo que não achava mais nada. Ou melhor, já achei tudo que tinha que achar. Tudo isso é morte anunciada, há anos eu e minha boa companhia escrevemos sobre a chegada do Dia D.