“O povo é como boi manso/Quando novilho atropela/Bufa, bufa, se arrepela/Escarapateia e se zanga/Depois vai lamber a canga/E torna-se amigo dela.” Esse é um trecho do poemeto campestre Antônio Chimango, escrito, em 1915, por Amaro Juvenal (Ramiro Barcelos) satirizando o poderoso governador Borges de Medeiros. E assim é até hoje.